segunda-feira, 7 de setembro de 2009
brasil
Hoje o Brasil é independente. Do outro lado da praia construí um forte, muralhas, canhões, estacas e de longe o inimigo não vê que são de areia. Foram extremamente bem feitos e eu, deste lado, também ainda me espanto como parecem ser de metal, pedras e cimento, são de perfeição oriental. Vi o inimigo passando longe e com minhas próprias armas me cortei, lavando-as e que besteira deveria ser lavar algo cortante como se fosse louça. Não sangra muito, nada é assustador. O inimigo passou ao largo e não me viu. Estou fracamente protegida mas aos olhos o que se diz é outra coisa. As conversas de quem tudo sabe, as formas monstruosas, nada impede que o sangue saia não líquido, mas se espalhando por tudo e não deixando tão claro de onde está minando. Está tudo em seu devido lugar e após ter feito uma ou outra coisa, elas ainda faltam, tudo estará pronto. Com tanta calma quanto é possível, com tanta certeza quanto não é e antes da demolição ainda haverá formas e tempo para permanecer na torre e em suas intrincadas e delicadas construções de monge budista, cores inclusive.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário